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É O NOSSO DINHEIRO!

A comissão especial da Câmara sobre reforma política, concluiu ontem, 15 de agosto, a votação do relatório que estabelece o “distritão” como sistema eleitoral para as eleições de 2018 e cria um fundo para bancar as campanhas com dinheiro público. O valor do fundo será de 0,5% da Receita do Governo em 12 meses, o que corresponderá a cerca de R$ 3,6 bilhões em 2018.

Nesse momento não pretendo debater especificamente o sistema eleitoral, mas deixar uma proposta pessoal e mais simples para os cidadãos brasileiros no que diz respeito ao financiamento:

O que vocês acham de permitir financiamento de pessoa física até 10% do rendimento bruto declarado no ano anterior (exatamente como é hoje) e estipular limites, como por exemplo: Teto de R$ 30 mil para campanha de vereador e R$ 200 mil para campanha de prefeito, R$ 60 mil para campanha de deputado estadual, R$ 400 mil para governador e R$ 120 mil para campanha de deputado federal e senador e R$ 800 mil para presidente da república. Tudo isso independente do tamanho e densidade das cidades e estados.

O TRE seria fortalecido tanto em tecnologia como em pessoal e equipamentos para a fiscalização, o caixa 2 seria crime equiparado a hediondo uma vez que a maior lesada nessa conduta é a democracia, respondendo ainda por conduta criminosa equiparada quem recebe e quem paga boca de urna, doa material, cimento, ventilador, caixão, etc.

Fica aqui a ideia como provocação de um político que não tem opinião fechada sobre todos os itens da reforma, mas entende que essa proposta da Comissão é absurda!

E você? O que pensa sobre sistema eleitoral e financiamento de campanha? Deixe seu comentário!

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